terça-feira, 18 de junho de 2013

Ditados e expressões populares, by Mana (2)

Eu estava trocando de roupa no meu quarto quando percebi que tinha deixado a blusa que queria usar sobre o encosto da cadeira da sala (eu tinha passado a blusa antes de ir para o banho). Pedi que a Mana fosse buscar para mim.

"Mana, pode pegar a blusa roxa que está na cadeira da sala para a Mami, por favor?"

"Sim". Ela é muito prestativa e adora ajudar.

Quando chegou no quarto com a blusa, tratou de dizer:

"Prontinho. Uma blusinha roxa em folha!"

Pensa no quanto eu agarrei ela???

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Ditados e expressões populares, by Mana (1)

A Mana é aquela que ouve de tudo. E repete mal tenha oportunidade. Outro dia foi assim:

Estávamos indo levar o Du na escola bem cedinho. Estava uma neblina baixa que não nos deixava ver os prédios no horizonte como estamos acostumados. Eu chamei a atenção deles para a neblina.

Mana: "Está tanta neblina que não dá pra ver 'um palmo na frente do nosso nariz'!!!"

Achei de uma fofurice!!!

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domingo, 16 de junho de 2013

La bella Polenta!

No final de semana retrasado me deu uma vontade grande de comer polenta. Como a que meu pai fazia pra gente. Não tinha nada dessas frescuras que se acrescentam à polenta hoje em dia (queijo, salsicha, molho de tomate etc). Era só polenta - fubá e sal. E era inexplicavelmente deliciosa!!!

Fiz.

Sempre ouvi minha mãe dizer que polenta deve cozinhar por bastante tempo, para ficar realmente bem cozida. Caso contrário, dá dor de barriga. Além disso, sempre vi que ela e meu pai demoravam bastante mexendo a polenta. No final, ficava aquela casca agarrada à panela, que eu adora ir quebrando e comendo depois da polenta pronta, diga-se de passagem.

É assim que eu faço polenta, portanto. Ainda mais depois que comecei a ver as pessoas fazendo polenta (ou mesmo o angu) tão rapidamente. O sabor e a textura não são os mesmos! Nem de longe!

A minha polenta demorou um tantão no fogo. Mesmo com o risco de queimadura de terceiro grau a cada vez que ela "espirrava" para fora por conta da alta temperatura. Ficou bem cozidinha. Bem mesmo. Nessa foto ao lado ela ainda estava começando a cozinhar, na minha concepção.

Depois de pronta, o ritual completo:

Virar sobre uma táboa...

... e cortar com a linha!

Meu pai sempre dizia que polenta não se cortava com a faca. Era, tipo, um sacrilégio! rs Quem sou eu para quebrar a tradição?

Minhas crianças vieram me ver cortando a polenta com a linha e eu passei para elas a mensagem. Um pouquinho da minha história seguindo adiante.

Comida é afeto.

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sábado, 15 de junho de 2013

Circuito de dança

Falei aqui do quanto procurava por espetáculos de dança para as crianças e do quanto fiquei feliz quando, enfim, encontrei. Pois não é que de repente apareceram outros?! É lógico que nós fomos. No mês de maio, o Sesc Santo Amaro trouxe um espetáculo de dança para crianças em cada domingo. Fomos em 3, mas não pudemos ir em um - mas ainda vou pesquisar para saber onde haverá apresentação desse espetáculo "faltante", porque, pelas imagens no folder de divulgação, fiquei interessada.

No primeiro espetáculo, havia duas dançarinas e um dançarino. Foi algo completamente diferente do que a Mana já tinha visto em teatro porque o cenário não tinha cores bonitinhas nem nada de muito infantil. A própria coreografia não era, digamos, "infantilizada". Cheguei mesmo a pensar que ela fosse pedir para ir embora. Mas que nada! Não só prestou atenção, como imitou os movimentos dos dançarinos lindamente e com uma precisão surpreendente para a idade (3 anos) no palco, quando o espetáculo tinha terminado.

No domingo seguinte, fomos junto com o Dudu e o pai, que faltaram o anterior por terem ido ver a final do Santos com o Corinthians, em Santos (assunto para outro post). Foi um espetáculo gracinha! Contava a infância de Tarsila do Amaral e elas ficaram íntimas do Abaporu!

Ele já era um espetáculo com elementos mais infantis no cenário e nas cores. Digo isso só por registro, porque acho interessante as duas maneiras de se trabalhar espetáculos de dança para crianças. Tanto num quanto noutro há risco de errar a mão, mas não foi o caso em nenhum dos dois.

Entretanto, sobre o quarto e último não posso dizer o mesmo... Que fiasco! Fui somente com a Mana novamente porque o Du e o pai ficaram em casa assistindo ao jogo do Brasil. Chamamos uma amiguinha dela com a mãe e elas estavam empolgadas. Na primeira cena eu já senti que aquilo era roubada. :( Fiquei me perguntando como aquela seleção de espetáculo havia sido feita pelo Sesc... Nota zero em todos os quesitos. Um cenário que nem pode assim ser considerado... um roteiro paupérrimo, sem nexo, sem coesão, sem a menor estruturação (e, veja bem, não quero dizer pré-definido; há que haver estruturação até num texto improvisado!)... seleção musical sem critério, cenas mal formuladas... e para completar, NÃO era um espetáculo musical. Eram dois atores - mais perto disso - que ocuparam o palco por uma hora interagindo com o público, fingindo que estavam apresentando um espetáculo e o público fingindo que estavam assistindo a um. Sofrível, realmente. Para se ter uma idéia do quanto, eu até saí do teatro pensando que, afinal, talvez eu não me saísse tão mal se tentasse montar um espetáculo... Como disse a mãe da amiguinha da Mana, a título de consolo para nós, "é bom conhecer o ruim para valorizar o bom".

Bem, como disse, ficou faltando o terceiro, que fala de Samba. As fotos do espetáculo são bem convidativas. Deixa passar esse período de festa junina, que ocupa todo final de semana, que vou procurar melhor por outras apresentações dele.

Assim terminou o circuito de dança de Maio. Ficou a minha certeza maior de que devo colocar a Mana em aulas de dança futuramente. Ela sempre demonstrou interesse e talento para a coisa. Tem muito flexibilidade e força, além de movimentos graciosos e leves. Acho que bastante do que uma dançarina precisa! A primeira professora da escola dela era bailarina e desde o primeiro dia de aula (Mana com um ano e meio!) já veio me dizer que eu deveria colocar a Mana no balé, justamente por ter notado essas características (especialmente flexibilidade) nela. Sempre falou de como os movimentos dela são naturalmente propícios para o balé (o jeito com que ele pisa, primeiro a ponta depois o calcanhar etc).

Numa festa de uma amiguinha, as crianças estavam dançando soltas músicas infantis e um pai - veja bem, um homem - veio me perguntar se a Mana fazia balé. Quando eu disse que não ainda, ele respondeu que eu deveria investir porque ela tinha movimentos muito bonitos e que quando as crianças pulavam, a Mana parecia até que ficava mais tempo que as outras crianças no ar!!! E eu também fiquei um pouquinho suspensa no ar nessa hora... :)

Seguindo a recomendação de uma amiga professora de Educação Física e também da primeira professora, que é bailarina, não vou antecipar as coisas. Vou procurar só no próximo ano as aulas de balé. Entretanto, me interessa muito colocá-la para fazer outros estilos de dança. As pessoas focam muito no balé e não exploram tantas possibilidades existentes. Tenho certeza de que será produtivo e prazeroso para a Mana experimentar tudo o que for possível.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dia de parque

No dia em que o Dudu fica na escola à tarde e a Mana não, vou com ela ao parque (exceto quando ela "desmaia" no carro de tanto sono e prefiro trazê-la para casa e também quando está chovendo). Outro dia estava tão gostoso... temperatura super agradável, sol na medida... Deixei que ela almoçasse na escola e depois seguimos munidas de um patinete, brinquedos de areia e uma mochila contendo: frutas variadas, o diário de campo e lápis de cor e de cera.

Resultados:

1) Ela andou de patinete pelo circuito que tem no parque enquanto eu a observava, dando tchauzinhos e mandando beijinhos, deitada na canga que estendi no chão para pegarmos sol.

2) Não ligou muito de brincar na areia nesse dia, mas se balançou um bocado no balanço e no escorrega.

3) Inventamos "inúmeros números circenses" na gangorra. Ela adora se equilibrar nesse brinquedo e atravessa toda a extensão dele em pé como se fosse uma equilibrista na corda bamba, com direito à minha narração super empolgante e cheia de suspense e emoção! No final, rola sempre o salto perfeito e suuuupppeerrrr preciso da artista, para sair do brinquedo.

4) Fizemos mais uma vez o que ela a-do-ra: explorar o parque. Vamos andando de árvore em árvore descobrindo o nome delas e separando alguma folha de cada uma. Essa idéia tem inspiração no desenho do Diego, "Go, Diego, Go", que ela gosta muito. Ele anda pela floresta resgatando animais e vai aprendendo e ensinando muito sobre eles. A gente faz parecido, só que na falta de animais selvagens, fazemos com as plantas. :) Nessa história, minha casa tem copinhos plásticos com pedrinhas, folhas, gravetos e sementes espalhados por todo canto.

5) Registramos várias espécies de árvores e folhas no nosso diário de campo. Isso tem a ver com o Diego também. Para ajudar no resgate dos animais, ele sempre consulta o seu diário de campo. Daí que a Mana encasquetou que queria um diário de campo. O pai trouxe um caderno sem pauta para casa e nós traçamos o seu destino (o do caderno). Levei para o parque e catalogamos algumas árvores assim:

Árvore identificada

Árvore catalogada pela Mana

Não ficou uma fofura?! Era a visão dela no alto do seu um metro e pouquinho de altura!!! Depois nós ainda pegamos folhas do chão e colocamos embaixo da folha de papel pintando com giz de cera verde do outro lado para a folha da árvore ficar "impressa" na folha de papel. Também coloquei o nome de cada árvore junto com a data. É uma atividade simples de se fazer, mas que as crianças adoram. Além disso, contato com a natureza... nem preciso dizer.

6) Antes de irmos embora, comemos frutas. E também biscoito. E ela tomou leite fermentado, que adora.

Sobras... para o lixo.

Fomos buscar o Dudu.

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